Caso Luana: assassino confessa ter estuprado menina depois de matá-la

O homem que confessou ter matado adolescente Luana Marcelo Alves, de 12 anos, o ajudante de pedreiro Reidimar da Silva, de 31 anos, admitiu ter estuprado a menina depois de matá-la estrangulada, praticando necrofilia.

A informação foi confirmada pela delegada responsável pela investigação, Caroline Borges. Segundo ela, a revelação aconteceu durante depoimento formal à corporação.

Reidimar foi transferido do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) para a Penitenciário Coronal Odernir Guimarães (POG), no Complexo Prisional, em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital goiana na tarde dessa sexta-feira (2/12).
Inicialmente, ele relatou que tinha tentado estuprar a menina, mas em razão da negativa da garota, teria cometido o homicídio. Ele não ainda não teve defesa apresentada.

Comoção

A morte de Luana gerou grande comoção em Goiás. A menina foi morta pelo vizinho, depois de ter saído para comprar pão, nas proximidades de casa. Os restos mortais da garota foram sepultados nessa sexta-feira (3/12), em Goiânia.

A despedida póstuma aconteceu na Igreja Batista Vida, no setor Madre Germana II, mesmo bairro onde o crime aconteceu e também onde a família mora. Em frente ao caixão fechado, os pais, familiares e amigos prestaram homenagens à menina.

Emocionado, o pai da vítima, Robson Marcelo, acompanhou o velório ao lado da esposa e mãe de Luana, Jheiny Hellen Alves. “Coração destruído. Não só o coração, os planos, minha vida pessoal, dentro de casa. Ele conseguiu destruir tudo”, lamentou ele à TV Anhanguera.

“Hoje é a reta final. Vamos ventregar a nossa filha para Deus”, finalizou.

Crime

O corpo de Luana foi encontrado na terça-feira (29/11), no quintal da casa do ajudante de pedreiro Reidimar Silva, de 31 anos. O homem confessou ter matado a vítima estrangulada. Antes de enterrar o corpo, ele ateou fogo na menina e cimentou o local, dificultando a ação da polícia.

A menina desapareceu no domingo (27), depois de ir à padaria nas proximidades de casa. Ele teria convencido a menina a entrar no carro dele dizendo que devia dinheiro aos pais dela, que têm uma distribuidora de bebidas, e faria o pagamento.