Vídeo mostra mulher tentando afogar criança em piscina de condomínio

A mãe de um garoto de seis anos registrou um boletim de ocorrência denunciando uma tentativa de afogamento praticado por uma mulher contra seu filho, enquanto ele brincava com um amigo na piscina de um condomínio residencial em Bauru (SP).

O caso aconteceu no dia 15 de janeiro, mas as imagens das câmeras de segurança do condomínio que mostram o momento da agressão só foram divulgadas nesta semana.

Nas cenas, o menino de seis anos brinca com seu amigo na piscina até o momento em que a mulher se aproxima e, aparentemente sem motivação, afunda o garoto e coloca seu corpo em cima da criança, impedindo-a de respirar por alguns segundos. Logo após a agressão, os dois garotos deixam a piscina .

De acordo com Beatriz Santos, de 27 anos, mãe do garoto agredido, o filho foi ao condomínio onde mora um amiguinho para passar a noite e, no dia seguinte, brincar na piscina.

Segundo ela, as regras do condomínio permitem que menores de 12 anos, desde que convidados por um morador, utilizem a piscina.

A mãe da vítima diz que só ficou sabendo da agressão mais tarde, quando o filho relatou o que sofreu. Ela pediu para ver as imagens e funcionários do condomínio apontaram a suspeita da agressão como sendo uma mulher moradora do local.

Beatriz foi até o apartamento da suspeita para questionar o motivo da agressão. A assistente disse que a mulher justificou seu ato pelo fato de o garoto não ser morador do local e, por isso, não poderia estar na piscina.

Nesse momento, segundo Beatriz, o irmão da suspeita, que mora no mesmo apartamento, se irritou com os questionamentos e teria desferido um soco em seu olho.
Após registrar o BO, Beatriz foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exame de corpo de delito para comprovar a agressão.
“Estou revoltada, é apenas uma criança que estava se divertindo. Espero que o caso seja investigado e espero punição”, disse a mãe do garoto.
Consultada, a Polícia Civil informou que todos os envolvidos já foram identificados, mas não revelou se já foi instaurado o inquérito policial.